O cheiro de café recém-passado pela manhã ainda pairava no ar quando ela, de camisinha fina transparente, ajoelhou aos pés do namorado suplicando por socorro com os olhos molhados de desejo. Mal havia acordado e já babava no travesseiro, os peitos saltando a cada respiração ofegante enquanto implorava com voz chorosa: 'ai papai, me come logo que eu tô toda molhadinha'. Com a boceta já escorrendo e o clitóris duro, ele mal conseguiu tirar a cueca antes de agarrar os cabelos dela e afundar a cara entre as pernas, lambendo toda a gosma que escorria sem dó, ouvindo os gemidos abafados nos lençóis. Ela se debatia toda, os quadris indo de encontro à boca dele, até que com um safanão a jogou na cama de barriga pra cima, montou nela e meteu com força, ouvindo os sons molhados da boceta alagando a cada estocada profunda. O quarto virou um culto a prazer, gemidos altos, corpos se chocando, até que ele gozou bem no fundo, deixando-a tremendo toda prazerosamente.