A noite mal tinha começado quando os dois se encontraram no quarto escuro, cheio de travesseiros espalhados e luzes baixas piscando. O clima já era quente só de pensar no que ia rolar, mas quando ele ajoelhou atrás dela e agarrou firme naquelas bunda bem durinhas, o tesão subiu de vez. Ela gemeu alto quando os dedos grossos começaram a afundar no seu rabo, primeiro devagar, depois com força até sumirem completamente dentro do canal apertado. A cada movimento, o som molhado da carne batendo enchia o quarto, enquanto os gemidos dela ficavam mais ofegantes. Ele não parou por aí, foi metendo mais os dedos, cada vez mais fundo, até os nós dos dedos sumirem também, escancarando o cu dela de um jeito que só quem curte anal de verdade conhece. Os músculos resistiam, mas a vontade de sentir tudo era maior, e logo a mão inteira tava dentro, mexendo e alargando pra ninguém botar defeito.