A safadinha amadora não aguentava mais a vontade quando resolveu explorar as curvas do seu próprio corpo naquela noite quente de verão. Sozinha no quarto com a porta trancada, as luzes baixas e o ar abafado só aumentavam a excitação daquilo que ela sabia que ia fazer. Começou devagar, os dedos deslizando pela pele macia enquanto mordia o lábio inferior, imaginando mãos fortes a apertando por trás. Logo a mão livre agarrou o travesseiro, esmagando-o contra o rosto para abafar os gemidos enquanto os quadris se moviam sozinhos, cada vez mais rápidos, buscando alívio. A respiração ficou pesada, o corpo todo tremendo, até que o prazer explodiu em ondas quentes que a fizeram se contorcer toda, suja e ofegante, completamente entregue aquele momento sozinha.