A tarde de domingo esquentou quando ele decidiu que não ia mais segurar aquele tesão que vinha crescendo desde manhã. Com a camisa grudada no corpo pelo suor da preguiça, se jogou no sofá da sala, sem nem ligar pra televisão ligada no fundo. A mão já massageava o pau grosso por cima da calça, sentindo cada veia pulsar enquanto imaginava a cremosidade do café com leite que tomava cedo. Pouco tempo depois, a calça foi pra baixo e o pau duro ficou livre, batendo na barriga enquanto ele se masturbava com força, vendo a glande ficando cada vez mais vermelha. Os gemidos começaram baixos, mas logo viraram grunhidos quando ele passou o polegar no veio sensível da glande e acelerou os movimentos, imaginando gozar bem dentro da mão mesmo. A cama não era problema — o sofá servia perfeitamente para espalhar a gozada grossa que escorria pelo punho e manchava a bermuda jogada no chão.