Eu não resistia mais ao calor que vinha daquele corpo suado grudado no meu quando ele entrou no quarto. O jeito como me olhou, com aquele sorriso safado, já foi o suficiente para minha calcinha ficar encharcada. Logo senti suas mãos fortes apertando meus seios enquanto sua boca descia pelo meu pescoço, mordiscando sem dó. Quando ele me jogou na cama e rasgou minha camiseta, a adrenalina subiu tanto que tive que morder o travesseiro pra não gritar. Nossa transa começou devagar, mas a cada gemido meu ele ia ficando mais bruto, me empurrando contra a parede até eu não aguentar mais. Senti sua mão apertando minha garganta enquanto entrava de novo, fundo, cada vez mais fundo, e naqueles segundos de pura loucura não pensava em nada a não ser gozar. Quando explodi, o quarto todo parecia tremer junto com meu corpo, e ele não parou até me deixar completamente exausta, toda molhada e satisfeita.