Naquele entardecer quente de verão, a casa parecia vazia, só restava o barulho da geladeira e as sombras alongadas que o pôr do sol grudava nas paredes. Ela, ainda com a lingerie preta mal ajustada no corpo curvilíneo, se jogou na cama king size com um suspiro alto, os seios balançando levemente ao se acomodar. O ar-condicionado desligado deixava a pele pegajosa, então logo seus dedos ágeis começaram a deslizar pelos lábios já escorregadios, massageando o clitóris inchado enquanto os olhos se perdiam na paisagem lá fora. A mão livre apertava os mamilos duros por baixo do tecido fino, os gemidos abafados escapando entre os lábios trêmulos, a respiração pesada denunciando o prazer que subia rápido. Os quadris começaram a rebolar devagar, a bunda grande se moldando no colchão, e os dedos iam mais fundo, empurrando contra a parede úmida até que o orgasmo explodisse em ondas quentes, jogando seu corpo inteiro em espasmos fortes. O sêmen escorria pelas coxas grossas quando ela gemeu alto, os olhos vidrados, o prazer ainda tremendo nas pernas bambas.