Era sábado à tarde quando a madrasta correu os olhos pela casa vazia e decidiu que precisava aliviar a tensão. Sentada no sofá, chamou o enteado com um sorriso safado e abriu o zíper devagar, mostrando que o pau duro já não podia esperar. Logo o boquete suave começou, gemidos abafados ecoando enquanto ela engolia cada centímetro sem pressa, saboreando cada detalhe grosso e quente. Os dedos firmes massageavam a própria boceta molhada, deixando claro que o prazer era mútuo. Em seguida, empurrou a bunda para trás, oferecendo o rabo bem aberto e suplicando para ser fodida sem piedade. O pau gigante entrou pelo cu apertado com facilidade, esticando a entrada devagar até o limite. Os gritos de prazer misturavam dor e tesão enquanto ela tomava cada estocada com vontade, até que a gozada interna jorrou quente, enchendo as entranhas e deixando a cena no ar de completo abandono.