Quando o trailer da fazenda parou e ele me pegou por trás, não resisti nem um segundo. Minhas mãos escorregaram no metal quente enquanto ele puxava meu vestido para cima, a saia mal cobrindo minha bunda redonda e pesada. Senti seu pau duro na minha entrada molhada, a ponta escorregando pelo meu pauzinho bem molhadinho, e gemi alto quando ele afundou com um golpe certeiro. Os atoleiros do mato ao redor só fizeram aumentar o tesão, o cheiro de terra molhada se misturando ao meu cheiro de bucetinha suada. A cada estocada, meu rabo balançava deliciosamente no ar, os seios saltando para fora do vestido apertado enquanto ele puxava meu cabelo cacheado. Gozei gritando várias vezes, o pau dele fazendo meu pauzinho apertar até soltar uma gozada interna quentinha nas minhas paredes, escorrendo pelas minhas pernas. Quando ele parou, ainda tremia toda, com vontade de pegar mais um pau e fazer tudo de novo.