Era um fim de tarde de domingo quando a colombiana coroa coroa bunduda se acomodou no sofá da sala, os filhos brincando no quintal do fundo. O clima já vinha esquentando desde a tarde, com as risadas deles ecoando e as pernas dela cruzadas de um jeito que mostrava mais do que devia. Os olhos passeavam pelo corrimão da escada, lembrando como a escuridão da madrugada escondia bem seus gemidos quando a casa dormia. Um gole no café frio que deixou sobre a mesa, a mão foi descendo devagar até a calcinha fina, molhando os dedos enquanto observava os filhos pulando na areia do quintal. Logo o shortinho foi tirado, a bundona apertando o couro da poltrona ao se sentar de quatro no tapete, as nádegas separadas pra receber o pau duro que vinha da cozinha. Os filhos nem desconfiavam que a mãe tava se preparando pra tomar no rabo com gemidos altos, curtindo cada estocada que fazia a gozada interna escorrer pra fora enquanto o pau ia e vinha sem piedade.