Era final de tarde em Pattaya quando a garota, de biquíni molhado, decidiu pular naquele escorregador escuro dos fundos do prédio. A água tinha parado de repente, deixando todos os andares sem banho, e ela não pensou duas vezes antes de subir no telhado para encher baldes. O calor grudento grudava na pele enquanto ela se espreguiçava em cima dos azulejos quentes, os seios saltando com os movimentos. Sem perceber, dois manos da cobertura do lado começaram a rir e apitar, incentivando ela a se aliviar ali mesmo. Os gritinhos ecoaram enquanto os dedos dela iam descendo até o clitóris, raspando o tecido do biquíni para mostrar o pau duro que já fazia volume na calça do vizinho. Num piscar de olho, as mãos dele já estavam no quadril dela, puxando-a para sentar bem no colo, a bundinha dele batendo na beirada do telhado enquanto ela gemia de tesão. O pau gigante escorregava pra dentro sem parar, enchendo ela de gozo rápido até mandar a primeira carga quente lá dentro, molhando toda a calcinha enquanto a gatinha gritava de prazer.